Constrói os sistemas e apps que todo mundo usa — lógica, código e muito trabalho em equipe.
4–5 anos
Formação
Livre
Registro
R$3k+
Início
Constrói e mantém os sistemas, aplicativos e sites que as pessoas e empresas usam todos os dias. Na prática: escreve código, sim — mas passa boa parte do tempo lendo código feito por outras pessoas, caçando a causa de bugs (erros no sistema), revisando o trabalho dos colegas e alinhando em reuniões o que deve ser construído. Não é um trabalho solitário de gênio digitando sozinho no escuro: é um trabalho de equipe, com muita comunicação.
Empresas de tecnologia e startups, mas também bancos, varejo, indústria e governo — hoje praticamente todo setor contrata desenvolvedores. É a profissão com mais trabalho remoto e híbrido do Brasil; o ambiente é interno (escritório ou casa), quase sempre em frente ao computador.
4 a 5 anos (Ciência da Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação) ou 2,5 a 3 anos (tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)
Lógica e Linguagens de Programação, Estrutura de Dados, Banco de Dados, Engenharia de Software, Redes de Computadores, Matemática
não há exame de ordem nem registro obrigatório — o diploma não é exigido por lei, e há profissionais autodidatas ou de bootcamps (cursos intensivos), embora a formação sólida ajude a avançar na carreira
A demanda por desenvolvedores segue alta no Brasil, mas o mercado mudou: as vagas júnior estão bem mais concorridas do que no boom de 2021, e a barra de entrada subiu — inclusive porque ferramentas de inteligência artificial já fazem parte do trabalho diário da maioria dos devs. As áreas que mais crescem são IA, dados e segurança. O trabalho remoto amplia as opções (inclusive vagas para empresas de fora do país), e existem concursos públicos de TI em tribunais e bancos públicos.
Grandes empresas de tecnologia, especializações em alta (como IA) e vagas remotas para o exterior, pagas em dólar ou euro, podem superar bastante esses valores.